quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Cronica - O encontro inesperado


O encontro inesperado

Há muito tempo quando Deus havia criado o homem, Deus olhava para Adão e percebeu que aquele filho dele sentia uma grande solidão que o deixava muito triste, pois todos os animais tinham sua cara metade.
Então Deus depois de perder noites e noites de sono pensando em como curar aquele coração solitário de Adão, ele teve uma ótima ideia, criar a mulher que se chamaria Eva. Então ele fez com que Adão caísse no sono, retirou uma das costelas dele e fechou com carne.  Assim Eva nasceu.
 Depois que Adão despertou do sono, ele olhou para Eva e Deus tinha dito para ele que aquela era Eva, para que cuidasse bem dela. Naquele momento o amor começou a existir.
Porém essa não é a historia que será contada. O que se segue é história de um dos cassais mais belos que Deus uniu.
Havia um Jovem rapaz chamado Miguel que morava em Ceres - GO, um rapaz jovem, alto, tinha olhos castanhos, de cabelos negros e pele branca. Depois de um longo tempo de escola e muita correria do dia a dia estava finalmente de férias, ele novamente estava viajando para Bom Jesus em Goiás como todos os anos fazia, para a casa de seus avós. Quando ele chegou à cidade estava faltando nove horas para o inicio da festa de peão, que ele pretendia participar. Chegando á noite ele se arrumou e foi para a festa de peão com os amigos, porém ele mal sabia que seu coração seria tocado. Ele estava em uma roda de amigos quando ele vê uma bela moça, chegar na roda sorrindo. Miguel jamais tinha visto uma garota com um sorriso tão lindo, ela se chamava Luísa. Era uma garota alta, com cabelos negros, olhos escuros e pele tão branca quanto as nuvens do céu. Aquele sorriso havia o deixado encantado e decidiu que queria conhece-la.
Depois desse dia ele não conseguia parar de pensar em Luísa. Aquele lindo sorriso que ela tinha não saía de sua cabeça. Dias e noites se passaram e ele a pensar nela. Um dia ele acordou e decidiu tentar conversar com ela, mas não tinha o número de telefone dela.
 Ele buscou coragem em seu coração e conseguiu falar com a irmã dela, Fernanda. Pedindo o Snapchat de Luísa. Começou a mandar mensagens para ela, sem nenhum sucesso. Miguel sabia que aquela garota era bem diferente de todas que ele já havia conhecido, pois ela tinha fama de ser difícil de se conquistar. Outro problema que o preocupava era que os dois viviam em mundos diferentes e em paixões diferentes, mas ele não iria desistir.
Um dia as esperanças e as orações de Miguel foram finalmente atendidas, ela tinha respondido uma de suas mensagens, e conversaram tranquilamente, depois desse dia os dois sempre conversavam e com isso eles foram se tornando íntimos.
Em um dia ensolarado Eurípedes com a ajuda de um amigo finalmente conseguiu marcar um encontro, ele estava muito animado, mas também estava muito nervoso porque seria o tão esperado primeiro encontro. Era hora de deixar o medo de lado. Chegada a hora eles e alguns bons amigos saíram a cavalo há tardezinha, em todo trajeto que eles andaram, ele não tirava os olhos de Luísa. Eles cavalgaram em meio há carros e havia varias lojas cheias de pessoas, não estava sendo aquele encontro romântico, mas logo ele teria uma grande surpresa. Depois de um longo tempo de cavalgada deixaram os cavalos e sentaram-se em um banco de praça da cidade, que era cheia de árvores, grama e flores, com um pequeno palco e um grande monumento em forma de bíblia. Os amigos que os acompanhavam os deixaram sozinhos. Os dois começaram a conversar olhando nos olhos, ela não parava de sorrir. Ele pegou em suas mãos percebendo que ela estava pronta e o beijo aconteceu. Depois disso ele queria que aquela moça fizesse parte da sua vida.
Na mesma noite ela o convidou para a festa de aniversário de sua prima. Ele foi para casa de seus avós muito sorridente chegando lá os abraçou e disse que ele tinha sido convidado para um aniversário, lhes pediu permissão e eles lhe deram. Rapidamente ele se arrumou, e a hora chegou. Ele foi para o local da festa, para sua surpresa, ela estava na porta esperando por ele o recebendo com um grande sorriso. Se cumprimentaram com um beijo no rosto e um abraço, entraram para festa um do lado do outro como se eles fossem apenas bons amigos.
O local estava cheio, porém era uma festa simples, só com amigos próximos e familiares. Miguel cumprimentou todos familiares de Luísa, inclusive sua prima, a aniversariante parabenizando-a. Então os dois se sentaram em uma mesa afastada do som, que estava muito alto para conversar, ali naquela festa havia crianças correndo e brincando como em toda festa de aniversario, eles sentaram-se um do lado do outro de um jeito que eles poderiam olhar nos olhos um do outro e observar aquelas crianças brincarem. Eles conversaram a festa toda e houve muitas risadas e sorrisos. Eles não queriam que aquele momento nunca se acabasse, porém a festa já estava acabando, os parabéns já tinha sido cantado e todos já haviam comido o bolo, mas os pais de Luísa tinham ido embora e ela já estava cansada.
 Então Miguel se dispôs a acompanha-lá até a casa dela, que era a poucas quadras dali, a noite estava fria e não havia ninguém nas ruas e todas as casas e comércios estavam fechados então ele a cobriu com o seu casaco, pois ele tinha percebido que ela estava tremendo. No caminho eles continuavam a conversar, pois aquela noite eles planejavam apenas se conhecerem, por isso não aonteceu mais nenhum beijo. Chegando a casa de Luísa, era hora de se despedir. Eles se deram as mãos e Eurípedes não sabia se há beijava ou se beijava apenas o rosto daquela bela moça. Suas mãos estavam suando de pavor de fazer algo errado, então ele lhe deu um beijo no rosto, ela então devolveu o casaco dele e também lhe deu um beijo no rosto. Ela entrou no portão sorrindo para ele e ele também estava sorrindo, então os dois sentiram que aquela noite tinha sido há melhor noite de suas vidas.
Mas aquilo só era o começo.
Os dias estavam passando e Miguel e Luísa conversavam todos os dias e cada vez mais eles tinham vontade de ficar juntos e sempre que podiam eles se encontravam. Miguel gostava muito de fazê-la sorrir. E numa noite começou a se questionar o que ele realmente sentia por aquela moça. Seria amor? Ele pensava.
Depois de dias pensando sobre Luísa e ele, Miguel decidiu que iria pedi-la em namoro. Ele estava com muito medo, pois ela não era só a garota que ele gostava, mas também sua melhor amiga. Por que ela o fazia sorrir até mesmo quando ele estava chateado.
 Por causa do seu medo, ele decidiu começar a ensaiar o seu pedido. Todos os dias ele ensaiava como a pediria em namoro, porém sem muito sucesso, pois o medo ainda estava ali. Certo domingo ele foi à missa, em seu momento de oração, ele pediu a Deus conselho e coragem. Então a resposta veio em sua mente... que lhe dizia para lutar pelo amor daquela bela jovem.
 No caminho de casa ele tomou a difícil decisão, ele decidiu na aquela mesma hora, ir a casa dela e ele foi.
Chegando no portão da casa que era branco, com uma fachada branca. Era só tocar o interfone, por um momento ele hesitou, mas acabou tocando o interfone. Luísa foi atender, se perguntando, quem seria aquela hora da noite. Quando abriu o portão acabou se surpreendendo, os dois ficaram vermelhos na hora. Ela o convida para entrar, o leva para a sala, e questiona a razão daquela visita aquela hora da noite. Ele responde que queria conversar um momento com ela, entrando na sala os pais de Luísa já tinham entendido o que estava acontecendo. A sala tinha predes brancas, com um grande raque marrom, e TV, com dois sofás e com um tapete felpudo.
Os pais dela sabiam que esse dia chegaria, pois ela falava e se encontrava muito com ele. Logo eles lhes deram licença, para que pudessem conversar.
Miguel se sentou com Luísa no sofá, pegou nas mãos dela e olhou em seus olhos e começou a dizer o quanto ele gostava dela, que ele queria que ela participasse da vida dele. Ela o respondeu, dizendo que achava que já fazia. Ele disse que a queria como uma namorada e não como uma amiga. Ela ficou muito surpresa e ao mesmo tempo muito feliz, acabou aceitando. Ele queria abraça-la, mas decidiu falar com os pais dela primeiro.
Luísa foi até a cozinha onde seus pais estavam. Miguel ficou na sala esperando. Até ser chamado para conversar.
A cozinha era grande tinha paredes brancas com uma parede vinho, uma mesa de jantar ampla, dividida por uma bancada harmonicamente decorada em seu piso de cerâmica escura. Seu futuro sogro e sogra estavam sentados à mesa de jantar e pediram que ele se sentasse ao lado de Luísa. Miguel disse aos pais dela, suas intenções, com as mãos suadas, que gostaria de  um compromisso sério com ela, então o pai dela sorriu e disse nunca tê-la visto tão feliz, e disse que ele era bem vindo à família.
E a pergunta que não quer calar, o que aconteceu depois? Os dois foram felizes para sempre? Ou foi fogo em palha?
Bom. Eles tiveram altos e baixos, porém o amor deles continua firme e forte, já fazem dez messes que estão juntos. Eu Gabriel Rodrigues Santana digo a vocês leitores dessa história. Que eu me sinto honrado e orgulhoso em dizer que esta é a mais linda e apaixonada história que conheci.

Inspirado na história real do casal Eurípedes Neto e Andreynna Lopes


Gabriel Rodrigues Santana

sábado, 30 de julho de 2016

Poesia - Acorrentado


Acorrentado

Estou ajoelhado e acorrentado.
Mas não quero ser libertado.

Pois para ser libertado dessa prisão.
Tenho que tirar você do meu coração.

Mas do meu coração não consigo te tirar.
Pois eu sempre vou te amar.


Gabriel Rodrigues Santana

poesia - A lua me fez lembrar


A lua me fez lembrar

A lua me fez lembrar.
De você que eu sempre irei amar.

Contemplando o luar.
Eu consigo me lembrar.

Do seu olhar.
Que pode me conquistar.



Gabriel Rodrigues Santana

Poesia - O luar


O luar


O luar fez-me lembrar de minha amada.
Fez-me lembrar de que minha amada tem lindos olhos castanhos.  
Fez-me lembrar de que minha amada tem lindos cabelos castanhos.

O luar fez-me lembrar de minha amada.
Fez-me lembrar de que minha amada tem belos lábios vermelhos.
Fez-me lembrar de que minha amada tem um belo sorriso.

O luar fez-me lembrar de minha amada.
Fez-me lembrar de que minha amada tem pele morena.
Fez me lembrar de que minha amada tem um jeito único de me conquistar.

Eu sou esse poeta que não perde a esperança.
E não se cansa de esperar.
O dia de sua amada retornar.



Gabriel Rodrigues Santana

Poesia - Belas rosas


Belas rosas
Belas rosas são défices de encontrar.
Mas quando encontramos, elas nos fazem sorrir.

Eu tive sorte de te encontrar.
Uma rosa formosa e cheirosa.

Que me faz sorrir.
E que seu sorriso tem um lindo brilho.


Gabriel Rodrigues Santana

Poesia - Quando olho para você


Quando olho para você
Eu queria lhe dizer.
Que quando olho para você.
Tenho o desejo de estar com você.

Junto a você eu me divirto.
E te faço elogios.
Para ver o seu lindo sorriso.

Que tem um belo brilho.
Tão belo quanto o brilho do seu olhar.
Que consegue me alegrar.

Dedicatória: Thalyssa Vaz

Gabriel Rodrigues Santana

domingo, 20 de março de 2016

Poesia - Sem você não posso ficar


Sem você não posso ficar

Não posso ficar sem olhar em teus olhos.
Pois assim meus olhos e meu coração são dominados pela solidão.

Que rápido passa.
Quando você me abraça.

Não posso ficar sem teu carinho.
Pois assim me sinto sozinho.

Não posso ficar sem teus beijos e abraços.
Pois isso que mantém meu desejo de tê-la em meus braços.

Tudo mostra que sem você não posso ficar.
Pois você que eu escolhi amar.


Gabriel Rodrigues Santana

sexta-feira, 18 de março de 2016

Textos de pensamentos - O amor uma ilha perdida


O amor uma ilha perdida

O amor é uma ilha perdida.
Que só pode ser encontrada por quem está perdido ou louco.
Pois além de ser perdida é conhecida como ilha da loucura.
Pois quem ama fica completamente louco. Porque o amor é guiado pela loucura. 
Pois o amor é cego, inocente e não vê defeito. 
Muitas vezes os defeitos viram qualidades. Não se sabe o que é certo ou o errado.
Se os seus sentimentos são verdadeiros ou falsos. Pois todos os sentidos ficam embaralhados e o que fazia sentido, já não faz mais sentido.
Mesmo se tentar transformar o amor em uma ciência exata, você estará fadado ao fracasso, pois o amor sempre estará na companhia do acaso.


Gabriel Rodrigues Santana

sábado, 12 de março de 2016

Poesia - A lua me fez lembrar


A lua me fez lembrar


A lua me fez lembrar.
De você que eu sempre irei amar.

Contemplando o luar.
Eu consigo me lembrar.

Do seu olhar.
Que pode me conquistar.



Gabriel Rodrigues Santana

Poesia - Minha amada


Minha amada

Minha amada onde estrará?
Onde estará teus olhos que eu costumava olhar.
Onde estará tua boca que eu costumava beijar.

Minha amada onde estará?
Onde estará teu sorriso que costumava me alegrar.
Onde estará teu rosto que eu costumava tocar.

Minha amada onde estará?
Onde estará teu cabelo que eu costumava acariciar.
Onde estará teu corpo que eu costumava abraçar.

Diga-me minha amada:
Onde você esta?
Pois sou aquele que sempre irá te amar.



Gabriel Rodrigues Santana

Poesia - O caminho


O caminho

Siga seu caminho sem olhar para trás.
Viva sua vida sem mim.
Gosto de você, mas gosto mais de mim.

Não vou mais correr atrás de você.
Preciso viver.
Para não me arrepender.


Gabriel Rodrigues Santana  

Poesia - Seu beijo


Seu beijo
Você me desperta um desejo.
E para calar esse desejo.
Só com seu beijo.

Que me acalma.
E restaura minha alma.
Por isso eu sempre vou amá-la.


Gabriel Rodrigues Santana

sexta-feira, 11 de março de 2016

Poesia - Rosa venenosa


Rosa venenosa

Existe no mundo uma espécie de rosa.
Ela e conhecida como rosa venenosa.

Quem a vê a acha formosa.
Porém essa rosa é perigosa.

Pois quem a ter de amor vai sofrer.
Mas mesmo assim vai possuí-la.

Nem que seja por um minuto ou uma hora.
Você sempre vai querer essa rosa.


Gabriel Rodrigues Santana

Poesia - Beija-flor


Beija-flor

A história do amor começou, com a flor e o beija-flor.
O beija-flor não conhecia o amor.
Até conhecer a flor.

Então o encontro da flor com o beija-flor.
Foi o inicio do primeiro amor.
Pois o nosso amor é como uma flor.

Que sempre espera o beijo do beija-flor.
Para descobrir o amor.
E todo seu calor.

Como sinto saudade de um beija-flor.
Que voou e levou o meu amor.
E nunca voltou.


Gabriel Rodrigues Santana